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O que é Stonehenge?

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Um dos maiores mistérios da Pré-História fica na Inglaterra, próximo a Londres, e é considerado hoje um santuário por arqueólogos e historiadores.

Mas sempre que citamos Stonehenge (do inglês arcaico “stan” = pedra, e “hencg” = eixo), fica a dúvida: o que foi e para que serviu este conjunto de pedras dispostas em círculo? E o mais importante, qual a real importância de Stonehenge para os povos que viveram naquela região?

Mapa astronômico? Centro ritualístico de cura?Muito se fala sobre este misterioso círculo de pedras e o comentário mais comum é que o conjunto foi construído pelos druidas, mas só se tem notícia dos druidas na Inglaterra por volta do ano 300 a.C.; entretanto, é fato que os druidas utilizaram Stonehenge como altar, realizando sacrifícios e rituais destinados à adoração da divindade solar.



Outra versão responsabilizava os romanos pela construção, mas eles chegaram na Inglaterra após o ano 43 d.C., bem depois dos druidas. O que garante estas afirmações é a datação feita com…

A França Antártica

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Mapa da Baía de Guanabara, ou melhor… da França Antártica.

A França Antártica pode ser entendida como a tentativa de colonização de parte da atual região do município do Rio de Janeiro — mais precisamente, a região e as proximidades da Baía de Guanabara — pelos franceses, que instalaram-se, em 10 de novembro de 1555, na ilha de Serigipe (atual Ilha de Villegagnon), construindo ali uma fortificação que ficou conhecida como Forte Coligny.

A expedição responsável por alcançar a Baía de Guanabara foi comandada por Nicolas Durant de Villegagnon, que já havia explorado anteriormente a região de Cabo Frio e feito contato com os nativos tamoios. Neste contato, Villegagnon teve conhecimento da relação dos portugueses com os tupinambás, que na época habitavam a região do Rio de Janeiro. Esta relação não era nada amistosa, e o francês aproveitou para semear boas relações com as duas tribos.



Como os portugueses evitavam os tupinambás, os franceses escolheram a região, certamente para evitar conflito…

Viva o Folclore brasileiro!

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Todo ano, na época do “halloween”, podemos constatar, entre brasileiros, algumas manifestações contrárias a esta festa. É simples: o costume veio dos EUA e nós estamos no Brasil. Portanto, deveríamos valorizar a cultura nacional.

Eu acho que a reclamação é, até certo ponto, justa. Mas talvez as pessoas que reclamam estejam querendo chamar atenção na época errada, já que nós temos o Dia do Folclore Brasileiro, que é festejado em 22 de agosto.

Acho justíssimo a valorização da cultura tupiniquim. Como experiência pessoal, posso dizer que eu cresci na década de 1980 tendo contato com todo este conjunto de lendas e mitos brasileiros, principalmente na escola (e estudando em um colégio religioso, vejam só!).

Outro fato que temos que destacar é que em várias culturas a veneração aos mortos toma ares festivos, bem diferente do que acontece aqui no Brasil com a celebração aos “finados” tão pesada, forçada na tradição católica apostólica romana. Temos, como exemplo, o “Dia de los Muertos”, que é c…

Escola de Sagres: Lenda ou Realidade?

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Quando falamos dos grandes descobrimentos marítimos europeus do início da Idade Moderna, alguém sempre cita a Escola de Sagres, instituição que teria sido fundada pelo infante d. Henrique ainda no século XV e que foi a principal responsável pelo sucesso português nas navegações e descobrimentos da época.

Mas a escola realmente existiu?



Lenda ou Realidade? Em 1443 o infante d. Henrique pediu a seu irmão, d. Pedro — que era o regente português na época (e por favor não confundam com o d. Pedro que foi imperador do Brasil alguns séculos depois) — a permissão para fundar uma vila na região de Sagres.

Na época Sagres era uma área inóspita, pouco povoada, mas sua localização geográfica era (e ainda é) perfeita para a instalação de um porto, pois fica bem ao sul de Portugal e de cara para o Atlântico.

D. Henrique realmente fundou a vila, mas não existe qualquer menção a uma “escola náutica” no local.

O que existe é a intenção do infante, explícita em uma carta de 1460, em fazer com que a vila seja…

A Guerra Civil Espanhola

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Quadro "Guernica", do genial Pablo Picasso
Um dos conflitos mais sangrentos do século XX contou com parte dos ingredientes da Segunda Guerra Mundial e também serviu de treinamento para as forças armadas da Alemanha e da Itália. A Guerra Civil Espanhola deixou mais de 500 mil mortos e uma ditadura no poder que durou de 1939 a 1975.

Mas antes de falar do conflito em si, vamos tentar entender como a Espanha chegou a este ponto? Vamos lá.

Espanha: país rico no passado, mas o ouro escorreu pelos dedosPioneira das grandes navegações iniciadas nos séculos XV e XVI, a Espanha manteve por muito tempo diversas colônias, principalmente na América e na África. Mas com o passar dos anos estas colônias, principalmente as americanas, foram lutando cada uma pela sua independência e a Espanha foi perdendo espaço enquanto Metrópole, além de não conseguir manter tanta influência econômica nestes países que nasceram a partir de suas colônias.

Culpa, em grande parte, da Inglaterra, dos EUA e até mes…

E se a África não sofresse a partilha?

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Desde o século XV, quando os europeus iniciaram sua expansão marítima para a América, Ásia e África, até meados do século XX que estes três continentes sofreram a ingerência do homem branco.

Alguns locais mais, outros menos, mas o fato é que os interesses comerciais europeus influenciaram o mundo todo durante um bom tempo. E o continente africano talvez tenha sofrido as piores consequências deste domínio.

De todos os processos imperialistas sofridos pela África, nenhum fez o continente sangrar tanto quanto o que nós historicamente denominamos de partilha. Mas antes de entender o que exatamente foi esta partilha, vamos ver como os países europeus enxergavam a África.

Para os europeus, a África era apenas fonte de mão-de-obra barata e mercado consumidor formado por sub-humanos:Os europeus nunca esconderam que a África serviria apenas como área de exploração. O discurso real pode estar escondido atrás de uma cruz que batizava os infiéis ou de uma imposição ao fim do tráfico de escravos feit…

A rica e desconhecida América Pré-Colombiana

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No continente americano vários povos cresceram à sombra das três grandes civilizações pré-colombianas.

Estes três grandes povos – Incas, Maias e Astecas – chamaram a atenção dos europeus pela organização social, as grandes construções e a quantidade de metais preciosos ostentados principalmente pelas camadas mais altas destas sociedades.

Mesmo assim, outros povos menos conhecidos também rivalizavam com os mais “famosos”. O problema é que as doenças trazidas pelos europeus, além da violência dos soldados, dizimou grande parte desta cultura. Até hoje, com o advento da internet, é difícil reunir informações confiáveis sobre estes povos, mesmo os que ainda tem descendentes diretos.

Nesta revista, vocês encontrarão um apanhado geral de informações sobre os Manteñas, os Chachapoyas, os Chimus e os Chavin, quatro povos que tem a ver, direta ou indiretamente, com os Incas, a maior civilização pré-colombiana da América do Sul.



Para ler a revista, basta clicar na imagem abaixo, acessar o arquivo e …