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A rica e desconhecida América Pré-Colombiana

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No continente americano vários povos cresceram à sombra das três grandes civilizações pré-colombianas.

Estes três grandes povos – Incas, Maias e Astecas – chamaram a atenção dos europeus pela organização social, as grandes construções e a quantidade de metais preciosos ostentados principalmente pelas camadas mais altas destas sociedades.

Mesmo assim, outros povos menos conhecidos também rivalizavam com os mais “famosos”. O problema é que as doenças trazidas pelos europeus dizimaram grande parte destas culturas.

Até hoje, com o advento da internet, é difícil reunir muitas informações confiáveis sobre estes povos, mesmo os que ainda tem descendentes diretos. Nesta revista, vocês encontrarão um apanhado geral de informações sobre os Manteñas, os Chachapoyas, os Chimus e os Chavin, quatro povos que tem a ver, direta ou indiretamente, com os Incas, a maior civilização pré-colombiana da América do Sul.



Para ler a revista, basta clicar na imagem abaixo, acessar o arquivo e baixá-lo. Você pode le…

O quinto dos infernos

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Nós, brasileiros, sofremos com a arrecadação de impostos desde que o Brasil ainda nem era o “Brasil” que a gente conhece, independente de Portugal e democrático. Aqui sempre existiu o recolhimento exorbitante de impostos, e estes nunca se transformaram — ou se transformam, nos dias de hoje — em melhorias fundamentais para a população. Os serviços públicos até que melhoraram muito nos últimos anos, mas ainda é muito pouco perto do que dá para fazer se eliminarmos a corrupção e a gritante sonegação.

Mas não vamos falar do “hoje”, e sim da época do Brasil colonial, quando a Metrópole portuguesa cobrava muito, nunca ajudava no desenvolvimento da colônia e ainda reclamava que ninguém queria vir para estas terras d’além-mar para trabalhar.



Vais produzir? Tens que pagar, ó pá!Desde quando o Brasil foi dividido em capitanias hereditárias, lá em 1534, que cobra-se imposto por aqui. Os primeiros corajosos que se aventuraram a desbravar o litoral e o interior em busca de boas terras para plantar …

Os 300 que eram 4.000

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Grécia, 480 a.C.

Os persas, comandados por Xerxes, atravessaram o Helesponto — o Estreito de Dardanelos — e marcharam sobre a Grécia com o objetivo de invadir Esparta.

Os espartanos, não interessados em servir aos persas, resistiram bravamente naquela que pode ser considerada uma das cinco batalhas mais heroicas da Antiguidade: a Batalha das Termópilas.


Porém, diferente do que é mostrado no filme “300”, dirigido por Zack Snyder e adaptado da HQ homônima concebida pelos talentosos Frank Miller e Lynn Varley, Esparta não resistiu apenas com 300 homens. Mas antes de explicar a batalha, vamos falar um pouco sobre a cidade-estado Esparta.

Inicialmente habitada pelos pelasgos, a região foi invadida pelos aqueus e posteriormente conquistada pelos dórios. Esparta foi fundada aproximadamente no século IX a.C., e com o passar dos séculos os espartanos foram se aprimorando cada vez mais na arte do combate.

Inicialmente, eles estavam preocupados apenas com suas defesas contra os aqueus que não aceitav…

Pombos de Guerra

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A comunicação entre tropas no campo de batalha e seus superiores nos quartéis e nas bases é tão importante quanto a munição que os soldados carregam, entre outros suprimentos de guerra. Saber onde atacar com artilharia pesada e, principalmente, saber onde NÃO atacar, evitando o fogo amigo, é fundamental.

Mesmo hoje em dia, com a comunicação facilitada por satélites, rádios cada vez mais potentes e o GPS, de vez em quando um grupo de soldados acaba sofrendo por alguma falha de comunicação. Ou então são os civis que sofrem com o “erro de mira” dos combatentes.

Imaginem então como era a situação das tropas na Primeira Guerra Mundial, quando os rádios ainda não estavam lá muito desenvolvidos e os telefones no campo de batalha podiam sofrer cortes nas linhas — sim, o inimigo pegava um alicate e literalmente cortava a comunicação.



Só de imaginar uma linha telefônica sendo puxada no campo de batalha de acordo com o avanço ou recuo das tropas já é uma ideia bem esquisita, concordam? E o telégraf…

A conquista da Península Ibérica

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“Batalha de Guadalete”, quadro de Mariano Barbasán Langueruela, pintado em 1882.
Resultado da expansão islâmica iniciada no século VII, o processo de conquista da Península Ibérica, a partir do ano 711, delimitou um período de franco desenvolvimento econômico e cultural em uma região da Europa que seria marcada pela estagnação característica do continente durante grande parte da Idade Média, caso os muçulmanos não a conquistassem.

Esta região foi dominada por cerca de sete séculos e mantém resquícios culturais daquela época até hoje. Mas como começou a invasão muçulmana na região, e como os conquistadores conseguiram ficar tanto tempo a ponto de influenciar (positivamente) a cultura local mesmo após deixar a Península?

O último reino visigodo na HispâniaSe olharmos o atual mapa da Europa, veremos que ali na Península Ibérica temos três países ocupando a região: Portugal, Espanha e uma parte da França. Mas em 711 nós temos registros da existência de vários reinos na região, que muita das…

As Guerras Médicas

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Na Antiguidade, quando um império crescia e ameaçava outros povos que viviam próximos às fronteiras deste império, os governantes podiam resolver os impasses de duas formas, uma simples e outra mais complicada: rendição e submissão de um dos lados, ou a guerra, até a rendição de um dos lados.

Quando os persas, liderados por Dario I, iniciaram a conquista da região da Lídia, na Ásia Menor, colocaram em jogo não só o domínio de uma região como também a supremacia marítima sobre um importantíssimo ponto de comércio do Mediterrâneo. Este é o ponto de partida das Guerras Médicas, que colocaram gregos e persas em conflito por várias décadas.




Os textos que formam esta revista foram publicados originalmente em posts separados no “antigo” HistóriaZine, mas agora passaram por uma revisão para formar esta edição. E o que você vai encontrar nesta revista? Explicações sobre a Primeira e a Segunda Guerra Médica, além da Guerra do Peloponeso, que também foi um episódio importante da Antiguidade.

Pa…

O Coliseu Romano

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O Anfiteatro Flaviano teria o nome de “Coliseu” inspirado no Colosso de Nero, uma estátua de cerca de 35 metros de altura que existia nas proximidades. Foi construído entre os anos 70 e 90 da “Era Cristã” e o imperador que deu início à construção foi o Vespasiano.

Seu filho, Tito, no ano de 79, inaugurou o Coliseu ainda inacabado — da mesma forma que certos governantes inauguram obras públicas hoje em dia — pois no ano 80 aconteceriam os primeiros jogos no local.

Roma tinha acabado de passar por uma erupção do Vesúvio, um surto de peste e um incêndio que destruiu muitas construções pela cidade. Tito teria ordenado os jogos para acalmar e distrair a população.

Antes do Coliseu, no local havia um palácio construído por Nero, que procurava restaurar a área após aquele histórico incêndio que aconteceu durante seu governo e que atingiu várias partes de Roma.



Mas para os romanos, o palácio era apenas desperdício de dinheiro público, já que a maioria da população não teria acesso à suntuosa cons…