A História dos Direitos Humanos

Dia destes eu navegava à esmo pela net quando o professor Ítalo postou o vídeo abaixo no Facebook. Ele foi produzido pela United for the Human Rights, órgão que, segundo o próprio site, “é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada à implementação da Declaração Universal dos Direitos Humanos a nível local, regional, nacional e internacional”.

E se eu estou fazendo um post sobre este vídeo, é porque ele é interessante e merece atenção. Mas antes, darei uma dica: se você não entende muito bem o inglês, assista primeiro prestando atenção na legenda. Depois volte o vídeo e preste atenção nas imagens, principalmente na animação que conta de forma resumida a História dos Direitos Humanos. Muito bem feita, não?

Antes de terminar, vale destacar uma parte do texto:

“Se as pessoas tem direito à alimentação e abrigo, por que 16 mil crianças morrem de fome todos os dias?

Uma em cada 5 segundos.

Se as pessoas tem liberdade de expressão, por que milhares estão aprisionadas por dizerem o que pensam?

Se as pessoas tem direito à educação, por que mais de 1 bilhão de adultos são incapazes de ler?

Se a escravidão foi realmente abolida, por que 27 milhões de pessoas ainda estão escravizadas hoje?

Pensem nisto. E divulguem o vídeo (este é um pedido pessoal que eu faço a todos que acessarem este post, ok?).

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Um comentário sobre “A História dos Direitos Humanos”

  1. Zé da Fiel disse:

    Os E.U.A que se gabam(e não totalmente sem razão) de serem a terra da liberdade e da oportunidade, e mesmo lá com um certo “respeito” a liberdade individual e o direito inalienável de expressão existem abusos, torturas e descaso com ser humano.
    E isso apenas porque o direito econômico está acima de qualquer direito civil.
    E quanto a isso, podemos parar de respirar até ficar roxo, que não vamos mudar essa situação tão cedo.

    A liberdade, assim como ao “bem estar”, está quantitativamente ligado a prosperidade de seus governantes e da classe economicamente ativa e controladora dos bens de produção de seu pais.E em ultimo caso a instrução destes mesmo, porque mesmo essa regra não se aplica a países de terceiro mundo, que diferentemente dos países da Europa, Asia e América-do-norte que tentem a tratar de maneira “menos pior” e “mais” igualitária a população de seus países.

    Todo que podemos fazer é confiar na providência divina, nós apegar em Deus, e esperar que a humanidade tenha se tonado mais igual até termos construído a Enterprise.

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